A produção e o uso dos jogos digitais como estratégia para a Educação Ambiental no Ensino Fundamental

Autores

  • Francisco Mattos Universidade Católica do Salvador - UCSAL
  • Maria de Fátima

DOI:

https://doi.org/10.22560/reanec.v49i162.315

Resumo

Considerando que a prática da Educação Ambiental não tem eficácia com
a simples memorização e transmissão de conteúdo, a proposta desenvolvida por este
trabalho teve por objetivo avaliar o jogo didático digital Bioventura, criado por meio do
software RPG Maker MV, como recurso para a melhoria da aprendizagem em Educação
Ambiental. Pensando na relação do professor com as tecnologias, mais especificamente
com o computador e a construção de jogos digitais, buscou-se mostrar que é possível
inserir os jogos digitais para dar significado ao aprendizado. Os principais instrumentos
de pesquisa para avaliação do jogo foram questionários com perguntas fechadas, em
uma abordagem qualitativa para um grupo de 50 alunos do Ensino Fundamental - anos
finais. Os resultados indicaram que alunos gostaram do jogo, que a maioria aprendeu
sobre o tema abordado e que o jogo elaborado auxilia o professor no processo de ensino, bem como favorece a emancipação e mudança de comportamento do aluno.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Francisco Mattos, Universidade Católica do Salvador - UCSAL

Pós-graduando em Docência e Novas Tecnologias com ênfase na Educação Básica pela Universidade Católica do Salvador. Graduado em Ciências Biológicas. Atua como professor/tutor
EaD. 

Maria de Fátima

Mestra em Engenharia Ambiental Urbana pela Universidade Federal da Bahia (2011). Especialista em Gestão Ambiental pela Universidade Católica do Salvador (1995). Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Bahia (1982). Atua como professora conteudista
EaD. 

Referências

ALMEIDA, Paulo Nunes de. Dinâmica lúdica jogos pedagógicos. São

Paulo: Loyola, 1978.

ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências.

ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2000.

AUSUBEL, David. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel.

São Paulo: Moraes, 1982.

BORGES, Regina Maria; LIMA, Valderez Marina do Rosário. Tendências contemporâneas do ensino de Biologia no Brasil. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 6, n. 1, p. 165-175, 2007.Disponível em: http://reec.

uvigo.es/volumenes/volumen6/ART10_Vol6_N1.pdf. Acesso em: 13 jun. 2020.

BRENELLI, Rosely Palermo. O jogo como espaço para pensar: a construção de noções lógicas e aritméticas. São Paulo: Papirus, 1996.

CHERUBINI, Karina Gomes. Para lidar com a geração Z, professores

recorrem a redes sociais. s/d.

DIAS, Alessandra Pereira; COSTA, André Aires. A perspectiva do jogo em sala

de aula: uma análise psicopedagógica. Rev. Psicopedagogia, p. 1-15, 2009.

FITZ-WALTER, Zac. A brief history of gamification. ©2020. Disponível

em: https://zacfitzwalter.com/lessons/lesson-1. Acesso em: 13 jun. 2020

FRIEDMANN, Adriana. Brincar: crescer e aprender - o resgate do jogo infantil. São Paulo: Moderna, 1996.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar um projeto de pesquisa. 3. ed. São

Paulo: Atlas, 1991.

GUIMARÃES, Mauro. Educadores ambientais em uma perspectiva crítica: reflexões em Xerém. 2003. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio

de Janeiro, 2003.

GOES, Graciete Tozetto; BRANDALISE, Mary Ângela Teixeira. Avaliação

educacional: influências do positivismo, da fenomenologia e da teoria crítica.

In: EDUCERE, 12., 2015, Curitiba. Anais... Curitiba: PUC-PR, 2015.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 1997.

KISHIMOTO, Tizuko Morchida (org.). O brincar e suas teorias. São Paulo:

Cengage Learning, 2008.

LOUREIRO, Carlos Frederico (org.). A questão ambiental no pensamento

crítico: natureza, trabalho e educação. Rio de Janeiro: Quartet, 2007

MELAZO, Guilherme Coelho. Percepção ambiental e educação ambiental:

uma reflexão sobre as relações interpessoais e ambientais no espaço urbano.

Olhares & Trilhas, Uberlândia, ano VI, n. 6, p. 45-51, 2005. Disponível em:

http://www.seer.ufu.br/index.php/olharesetrilhas/article/view/3477/2560.

Acesso em: 12 jun. 2020.

MEIRINHOS, Manuel. Os desafios educativos da geração Net. Revista de

Estudios e Investigación en Psicología y Educación, n. 13, p. 125-129,

Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/91ce/64e2eeca8d26ff90d1454d1f9a1fe2a7821c.pdf. Acesso em: 20 jun. 2020.

MEDINA, Naná Mininni. A formação dos professores em Educação Ambiental.

In: BRASIL. Panorama da educação ambiental no ensino fundamental. Brasília: MEC, SEF, 2001. p. 17-24. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/secad/

arquivos/pdf/educacaoambiental/panorama.pdf. Acesso em: 12 jun. 2020.

NASCIMENTO, Maria de Fátima Falcão. Percepção e educação ambiental

na prevenção aos riscos geológicos em encostas: um estudo de caso na

comunidade de padre Hugo, no bairro de Canabrava, Salvador (BA). 2011. Dissertação (Mestrado em Engenharia Ambiental Urbana) – Escola Politécnica,

Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2011.

ROSA, Maurício; MALTEMPI, Marcus Vinicius. A construção do conhecimento matemático sobre integral: o movimento hipertextual em um curso

utilizando O RPG online. In: JAHN, Ana Paula; ALLEVATO, Norma Suely

Gomes (org.). Tecnologias e educação matemática: ensino, aprendizagem e

formação de professores. Recife: SBEM, 2010. p. 25-44.

SANTOS, Vinicius Dantas; BITENCOURT, Ricardo. Estudo sobre um modelo de educação ultrapassado. In: CONEDU, 3., 2016. Natal. Anais... Natal,

SOARES-LEITE, Werlayne Stuart; NASCIMENTO-RIBEIRO, Carlos Augusto do. A inclusão das TICs na educação brasileira: problemas e desafios.

Magis, v. 5, n. 10, p. 173-187, 2012.

TAKATALO, Jari et al. Presence, involvement, and flow in digital games. In:

BERNHAUPT, Regina. Evaluating user experience in games: concepts and

methods. Berlin: Springer, 2010. p. 23-46.

TULLIS, Tom; ALBERT, Bill. Measuring the user experience: collecting,

analyzing, and presenting usability metrics. Burlington: Morgan Kaufmann, 2008.

VYGOTSKY, Lev. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1988.

Downloads

Publicado

2021-03-17